♦ Kempinski vem ao Brasil

Rede de Hotéis Kempinski com 78 propriedades icônicas, insere Canela e o Hotel Laje de Pedra no circuito mundial do turismo de altíssimo poder aquisitivo

Texto: Kempinski

Um dos hotéis mais tradicionais e queridos da Serra gaúcha, o Laje de Pedra está prestes a criar um novo paradigma em hotéis de lazer de altíssimo padrão no Brasil. O negócio marca a chegada do mais antigo grupo de hotéis de luxo da Europa à América do Sul – fundado em
Berlim em 1897 e com sede em Genebra – e de um novo movimento de aproximação e valorização do mercado brasileiro, em parceria com a LDP Canela S/A.

Com unidades em 34 países e instalação e atendimento exclusivos, a Kempinski Hotels abraçou a oportunidade de operação do Laje de Pedra por inúmeros aspectos. Dentre eles, estão o respeito pela memória, a arquitetura modernista imponente e, é claro, seu
posicionamento privilegiado sobre o Vale do Quilombo, com vista ímpar e espetacular da falésia de 400 metros em uma das regiões mais bonitas do sul do Brasil.

O objetivo, segundo Bernold Schroeder, CEO interino e presidente do Conselho de Administração da Kempinski Hotels, é “trazer esse ícone arquitetônico de volta à vida com o compromisso com a qualidade de primeira classe combinada com a elegância atemporal e
posicioná-lo como um destino do mais alto nível”. “Esta é uma excelente oportunidade para ingressarmos no mercado sul-americano com um projeto excepcional”, destaca Schroeder.

O negócio foi encarado desde o primeiro momento como um investimento imperdível para os sócios. José Paim, que junto com José Ernesto Marino Neto e Márcio Carvalho, adquiriu o hotel em 2020 do Grupo Habitasul, conta que não hesitou quando recebeu a proposta de aquisição do local.

“Por ser de família gaúcha, conheço o Laje de Pedra desde a sua inauguração e, como todos que já estiveram por lá, tenho uma relação afetiva com aquele lugar. É um dos locais mais lindos em que já estive, com grande significado histórico e distinção – premissas das
propriedades Kempinski”, lembra Paim.

A trajetória da Kempinski e do Hotel Laje de Pedra se cruzam desde a sua origem. Mesmo em continentes diferentes, os dois negócios carregam o DNA alemão e o respeito à história e às raízes. O complexo foi construído em 1978 e até hoje está presente na memória afetiva dos gaúchos ao inaugurar uma nova e superior categoria de hospedagem na região. Eleito seguidas vezes como o melhor hotel do Brasil, foi destino da elite econômica, cultural e política e palco dos festivais de música brasileira por 15 anos. Em 1992, o local foi escolhido pelos cinco países para sediar a assinatura do Tratado do Mercosul.

“Canela é o local mais charmoso e sofisticado da região não litorânea mais atraente do Brasil. Acesso fácil a excelentes vinícolas, aos incríveis canyons gaúchos e a toda sorte de esportes de aventuras e radicais de alto contato com a natureza que a região dos Campos de Cima da Serra propõe. Tudo o que o público de mais alta renda procura fora do país” afirma Marino, um dos maiores experts em hotelaria e turismo do país.

Modelo de negócio focado em turismo e residências ultra premium é pioneiro no País

Além da operação hoteleira, o Kempinski Laje de Pedra contará com residências privadas ultra premium servidas por todos os serviços de um hotel cinco estrelas, incluindo a disponibilidade de mordomo, adega e garagem privativas  individualmente fechadas para a segurança dos automóveis de luxo.

Outro método inovador é o serviço de intercâmbio de propriedades de altíssimo luxo ao qual o Kempinski Laje de Pedra estará afiliado, que permitirá aos proprietários utilizarem sua propriedade em Canela em troca de estadias em propriedades de igual padrão em regiões nobres e atraentes em mais de 90 países.

Uma parte das residências do Laje de Pedra será comercializada pelo regime de propriedade compartilhada, que permitirá que, por exemplo, alguns apartamentos tenham 4 coproprietários com o potencial de uso de 13 semanas ao ano cada, tal como já amplamente
utilizado no compartilhamento de jatos executivos, helicópteros e lanchas no público de alta renda. É o luxo compartilhado.

Hotel será referência em arquitetura e serviços no Brasil

O plano de reestruturação do Laje de Pedra inclui uma importante remodelação e ampliação arquitetônica a fim de retomar sua posição de liderança na hotelaria de lazer do Brasil. Ao transportar seu espírito para o presente, após uma extensa modernização, o hotel conta com projeto de arquitetura assinado pela Perkins & Will, paisagismo de Sergio Santana e decoração de Patricia Anastassiadis.

Em uma área total de 61 mil m², o hotel terá 357 apartamentos com tamanhos de 54m² a 290m². Entre as atrações estão 4 restaurantes e 5 bares internacionais com amplos terraços e vistas únicas, enoteca, rooftop bar com lareira aberta, teatro e área para eventos.

Os hóspedes encontrarão entretenimento e descanso na academia de 1 mil m², sofisticado spa de padrão europeu, Kids Club e piscinas aquecidas. Salas de reuniões e conferências, bem como o teatro do hotel completam o projeto.

Experiências exclusivas junto à natureza, como roteiros de turismo ecológico, cavalgadas, brunch ao ar livre, visitas a vinícolas, dentre outras atividades. A proposta do complexo Laje de Pedra é proporcionar um conjunto de experiências que valorizem as riquezas e culturas locais, incluindo a Orquestra Sinfônica Laje de Pedra que deverá se apresentar ao ar livre.

Será o cartão de visitas mais sofisticado do continente, tendo o Vale do Quilombo como fundo. A expectativa é que os novos hóspedes sejam recebidos no novo Kempinski Laje de Pedra em 2024.

Publicado por

Paulo Mancha

Jornalista especializado em turismo, foi editor chefe da Revista Viajar pelo Mundo e repórter das revistas Terra e Próxima Viagem. Desde 2003, fez mais de 50 reportagens internacionais e, em 2012 e 2014, foi agraciado com o Prêmio de Melhor Reportagem da Comissão Europeia de Turismo. Comentarista esportivo do canal ESPN, Paulo decidiu unir neste blog as duas paixões: viagens e esportes.